Eu tenho muita gana de viver. Eu gosto do que a vida me proporciona, mesmo que não sejam alegrias o tempo inteiro. O desafio de viver alimenta o meu espírito guerreiro e eu gosto da transformação que os obstáculos vividos me causam. Não há nada que não me faça feliz, mas a maior de todas as felicidades para mim é ter o meu amor reconhecido, é saber que sou correspondida e que existe em cada olhar aquele que me fará amar cada dia mais a vida que eu escolhi viver.
São os sonhos que movem o meu espírito. São os desafios do viver que me impulsionam a sair de casa com a cabeça erguida e saber que o mundo inteiro espera por uma atitude minha para mudar. É o amor que define cada centímetro da minha existência. Eu tenho a consciência de que eu sou a própria vida em pessoa e de que eu gosto muito de estar a mil por hora. Não gosto de uma vida parada e acomodada, sem vontade de crescer, sem sonhos ou expectativas, pois acredito fielmente que a vida é curta demais para se perder tempo. E, no meu caso, muito me preocupa o que vai acontecer daqui para frente, porque já vivi um quarto de séculos e, por enquanto, nada de concreto construí, mas não porque não queira ou esteja afogada em meus devaneios. Nada construí, porque decidi recomeçar do zero e deste recomeçar eu percebi que as lutas se tornam mais duras a cada ano que passa. No entanto, nem isso me faz desistir, porque eu acredito no valor da vida e no quão grande é o meu valor diante dela.
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